Soneto: Soneto sobre a Páscoa
Soneto sobre a Páscoa Do sepulcro, sidérea claridade, Emerge Cristo pela epifania; Vencendo as trevas, mortal algentia, Reveste-nos de excelsa imensidade. Esta alma, pela augusta soledade, Encontra na suprema eucaristia Místico fervor quando principia; Transcende, pois, toda fugacidade. Ó triunfo sublime, luz fulgura, Transformando em êxtase o mal latente, Alçando-o à empírea magnitude! Sob a hierofania, a paz se augura, A fé, qual flama áurea permanente, Consagra-nos na suma plenitude. Almir - 04/fevereiro de 2026